"La verdadera patria del hombre es su infancia" Rilke.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Bolo de chocolate e mais,








Domingo fiz um maravilhoso bolo de chocolate cuja receita retirei do livro "Na Roça com os Tachos"...
Depois de um dia a andar de trotinete, correr, rir e conversar... foi simplesmente saboroso!

Entretanto tenho estado a ler o livro "Mal me Quero" de Ana Martins, que me ofereceu a Ni e estou a adorar. Espreitem: http://www.facebook.com/albums/create.php#!/pages/Mal-Me-Quero/106107449460619

E hoje trago um pequeno texto do email mensal que recebo da Dodot, este para comemorar os 21 meses do meu pintainho.

COMO CONTROLAR O MAU COMPORTAMENTO

Durante os primeiros anos do seu bebé, é provável que o reforço negativo claro e directo seja a ferramenta mais eficaz com a qual você conta quando é necessário travar as atitudes negativas, tais como morder ou bater. Mas, em vez de lhe falar alto, chatear-se e pôr-se nervosa (o que só incentiva esse mau comportamento), talvez seja melhor largá-lo calmamente e afastar-se um pouco dele. Isto tem um efeito tranquilizador e não acelera o comportamento de uma criança que já está sobre-estimulado. Qualquer coisa que faça, não lhe bata nem lhe morda, pois isso só incentivaria esse comportamento. Nesta idade, o seu filho não é capaz de ver a partir da perspectiva de outra pessoa o que ele está a fazer.

Muitos sorrisos!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Casamento




















Amigos giros e simpáticos e únicos e IMPORTANTES, estão constantemente a casar-se, ultimamente :)

Partilhar com eles esta viagem de comemorações, preparativos, emoções, divertimento, sinceridade e LAMECHICE, é um privilégio.

Ganhei um afilhado, ou seja, vou ser madrinha de casamento, do meu padrinho de loucuras e devaneios. Estou orgulhosa!

Se há momentos na vida em que a nossa esperança se renova, este é um deles, ver os nossos amigos, celebrarem o que de melhor a vida lhes ofereceu, encontrarem num caminho conjunto o sorriso de uma vida, acreditarem e agarrarem!
Casamento, uma celebração de uma união especial, um dia de festa inesquecível para partilhar com quem realmente importa. E os preparativos são um caminho super engraçado do qual eu me orgulho de participar e agradeço a confiança.

Isto faz-me lembrar uma daquelas frases que nos marcam para a vida. Esta estava na parede do meu quarto, num poster super engraçado, que se perdeu com o tempo. Foi provavelmente das primeiras frases que li enquanto experimentava o poder da leitura. Acompanha-me sempre e é uma das bases das minhas caminhadas:
"Amar é ter alguém com quem partilhar".

Sorrisos, muitos sorrisos!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Nódoas de Vinho Tinto!

Andava eu a viajar pelos blogs desta Terra e eis que uma bela informação me chega às mãos.

Para eliminar nódoas de vinho tinto há que "atacar" a dita com aguardente logo no momento do malfadado acontecimento e puff, magia! Desaparece a nódoa.

Li esta informação no belíssimo cantinho Acuadoiro e aqui fica a ligação para que possam espreitar e rir um pouco pois a história é engraçada.
http://acuadoiro.blogspot.com/2010/12/tia-de-nodoa-rabo-para-o-ar.html

Sorrisos!

Sonhar

Li este texto há uns meses atrás, enviou-me uma amiga special :) e eu não podia deixar de partilhar aqui!

FALTA ESPAÇO PARA O SONHO

As crianças portuguesas não são diferentes das crianças do resto do Mundo. Se excluirmos situações específicas e graves que têm a ver com a fome, a doença, a guerra, os maus tratos em geral, um dos grandes problemas da criança dos países mais avançados é a solidão. Solidão é aqui tomada como um estado de “abandono” relativo. Levantar às seis da manhã. Lavar. Vestir. Alimentar. Transportar para o infantário. Deitar. Levantar. Comer. Deitar. Comer. Transportar para casa. Comer. Deitar. E tudo isto em situação de stress e de enorme fadiga dos pais e das crianças. Solidão como inexistência de tempo e de disponibilidade para o diálogo, a ternura e o jogo. A criança está tanto mais só quanto os seres humanos vão estando. Solidão e falta de espaço para o sonho.

Hoje, as crianças são “obrigadas” a crescer depressa. Falta-lhes tempo para “inventar”, para aprender fazendo “tolices “. Muito cedo a criança precisa de ter “sucesso” de ser a melhor. Não a melhor a brincar e a criar, mas a melhor na creche, no infantário, na escola. A mais bem-comportada. A que tem melhores notas! Classifica-se a criança pela sua capacidade de ser “igual” aos adultos e não pela sua capacidade de ser só (!) criança. Muito cedo o adulto força a naturalidade da criança transformando-a num ser automatizado, intolerante, egoísta. Felizmente que nem sempre consegue.

É talvez nas classes média e média alta que a exigência dos Pais se poderá quase tornar numa forma de violência. As razões parecem simples. Nos extremos e por razões inversas, as crianças ou sobrevivem à custa da sua própria imaginação ou vivem com meios que talvez lhes garantam alguma liberdade. Na classe média o objectivo a atingir é sair dela. Aqui a criança corre ainda mais o risco de ser “robotizada”. Tem de ser “alguém” na vida. Desde muito cedo é “educada” para ser igual e se possível melhor que as classes altas. E sobretudo a este nível social que se tornou frequente ouvir “pelos nossos filhos fazemos todos os sacrifícios”. E fazem mesmo. Sacrificando-se e por vezes sacrificando as crianças. Não lhes deixando espaço para se exprimirem naturalmente e condicionando-as em função de um ou dois objectivos. A competição a qualquer preço e o sucesso social sem olhar a meios.

Claro que é bom ter sucesso. O processo para o atingir é que não se obtém num livro de receitas. Vai-se lá chegando com ternura e bom senso e sem nunca esquecer que as crianças, cada uma à sua maneira, necessitam de espaços de liberdade.

Pais. Tudo isto parece ser um pouco pessimista. Mas não desanimem. Nada na vida é uma fatalidade. Muitas vezes pequenas mudanças na rotina do dia-a-dia fazem a diferença. Vocês vão ser capazes! São capazes! Seguramente que vão poder encontrar um bocadinho do vosso tempo para dar mimo. Um carinho! Vai ser bom. Vá lá! Basta uma festinha e um colinho. Basta um gesto pequenino para nunca ninguém se sentir sozinho.

Professor Dr. Octávio Cunha

Coordenador de Serviço de Pediatria/Neonatologia do HPBN

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Técnica da Tartaruga

Nesta caminhada louca de diversão e carinho o Gu está a passar uma fase menos pacífica, talvez por não se conseguir expressar como queria, talvez porque também andei numa fase menos pacífica, provavelmente por ser muito teimoso, interessado, curioso e eufórico e foi então que me lembrei desta técnica, a da Tartaruga, não para ele mas sim para mim :P, li algures na net há algum tempo atrás e agora voltei a procurar e partilho aqui, apesar de ser dirigida a crianças, parece-me muito útil para nós adultos, principalmente se precisamos de lidar todos os dias com um pequeno diabrete!


Porque importa que consigamos pensar sobre os nossos erros e consigamos encontrar caminhos mais leves e felizes que tornem esta nossa viagem, cada dia mais saborosa!

Sorriam!
TurtleTechnique
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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Tintas comestíveis!



Acordamos cedo e cheios de energia!
Aproveitamos a manhã para alimentar a criatividade, com cheiros, cores e claro, um cavalinho!

O material:
Para tela escolhemos 1 caixa de cartão, 2 recipientes daqueles onde compramos carne e folhas de papel.
Para pintar fizemos tintas comestiveis de chocolate, pudim e gelatina de morango. pintamos com as mãos e com pincéis.
Para colar escolhemos cuscus, massas e chocapic.

De seguida, foi só dar asas à imaginação!
Desenhei um cavalo na caixa de cartão! Ele adorou, começaram a ouvir-se cavalgadas pela casa, mas lá voltou ao nosso "atelier" pousou o seu cavalo de pau e começamos a pintar. Foi necessária concentração pois o piolho estava muito eufórico, no final, ficou um lindo cavalo amarelo na sua tela castanha (a foto não ficou muito bem, depois tento melhor).

Lá fora estava a chover e escolhemos outra tela para que também cá dentro caíssem gotinhas, mas estas coloridas e perfumadas.
Na outra tela, o Gustavo espalhou tinta com as mãos, cheirava as mãos e fazia aquele som delicioso "nhame", colamos massinhas, cuscus e chocapic (ele comeu o chocapic, antes da foto ;)

Ao longo desta roda de cheiros e cores, ele foi marcando as suas mãos em folhas brancas, espalhando cores, experimentando misturas...

A cozinha ficou com cheiro de brincadeira, o piolho ficou satisfeito e eu, adorei a experiência saudável e divertida que trabalha a concentração e criatividade do meu menino.